01/06/2011

A mulher de câncer

O texto não é meu. Roubei de um Facebook que não sei de quem é.

Ela é meio doida, qualquer coisa triste e surpreendementemente sábia. Não são extremistas como as geminianas, mas certamente sofrem, regularmente, de uma variação de humor pelo fato de que se ressentem fácil com as coisas. No entanto, se tem uma coisa que não muda na mulher de câncer é o seu senso de economia. São conhecidas no zodíaco pelo porquinho de segurança onde colocam moedas, convictas e determinadas. Escondem seu tesouro debaixo do colchão e ninguém nem desconfia que tem alguma coisa lá, tamanha é a modéstia dessas meninas. E é bem provável que a especulação monetária e o valor do câmbio sejam alguns de seus assuntos preferidos.
Mas não ache que por isso precisa lhe dar presentes caros. Pelo contrário, ela achará isso um exagero. A mulher de Câncer definitivamente não precisa de um homem de posses, só precisa que ele seja capaz de adquiri-las. Ajudará a consegui-lo, mas lhe deixará sozinho se tiver que gastá-lo. Boa notícia! O cartão de crédito não poderia estar em mãos menos perigosas que as delas.
Leve-a para ver o mar, a lua. Isso faz bem as nativas desse signo. Câncer é um signo lunar. Então esse cenário mexe seriamente com essas mulheres (algumas chegam a mudar de acordo com as fases da lua). É ali, num lugar que é delas e só delas (mesmo que seja tão grande quanto o mar), onde se desfazem da carapaça do carenguejo e a imensa infinidade de seus sentimentos respiram aliviados. E ai você vê como, apesar da aparente rigidez, a canceriana é inteiramente feita de água salgada. Pode ser de mar, pode ser de lágrima. Câncer é o signo mais emocional do zodíaco. A racionalidade de suas economias nada mais é que uma resposta ao seu desejo de segurança.
Das duas uma: quando elas estão apaixonadas ou são tão tímidas que parecem desinteressadas ou se insinuam de jeito delicado, feminino e enlouquecedoramente suave. Mas dificilmente serão elas que tomarão a iniciativa. O caranguejo só anda para os lados. Até porque as cancerianas temem muito serem rejeitadas e aceitam sempre muito bem repetidas confirmações de afeto.
São donas de um conceito de amor muito raro e é realmente muita sacanagem brincar com o sentimentos dela que já são tão afetáveis. Esteja certo: uma vez que ela se sinta magoada e decepcionada, veste decidida a sua carapaça e você não sabe mais quem está do seu lado (isso se ela não está trancada na carapaça do quarto dela e só Deus sabe quando ela vai sair de lá). Magoá-la é extremamente fácil. Até se você disser que ela está bonita hoje, pode ser coisa ruim (sim, porque isso significa que ela estava feia ontem).
Cancerianas são assim. Dispostas a enfrentar o que for se você expressar sinceramente que está lá com ela e que ela é importante. Amarão alguém de um jeito dedicado, forte e profundo como o oceano dentro delas. Te fará rir, lhe oferecerá sergurança, bem como estará disposta a sair do caminho de casa e ver onde vai dar aquela estradinha de terra. Basta que você esteja lá.

30/05/2011

Burlesque

Eu gostaria de falar aqui sobre todos os filmes que eu vejo, mas sempre esqueço. Falarei desse, já que é o mais recente da Santa Cher e, como ela salvou a minha vida várias vezes, seria injusto se eu não comentasse nada!



Todas as pessoas que eu conheço (e viram o filme no cinema) falaram que era uma porcaria e me desencorajaram. Preciso lembrar de não pedir indicação de filme pra mais ninguém.
Em uma época da minha vida, gostava mais da Christina do que da Britney. E eu sou assim: amei um dia, amo pra sempre. Cher canta duas musiquinhas só, mas um dos meus filmes favoritos é "Minha mãe é uma sereia" (Mermaids). Logo, estou sujeita a amar qualquer porcaria que a Cher fizer!

Basicamente, uma mistura de "Moulin Rouge" com "O diabo veste Prada". Se você gosta desses filmes, pode ver em paz e ser feliz, amiguinho.

Ps.: Escrevi esse texto pra me ajudar a lembrar de não pedir indicação de filme pra galera errada. Na verdade, todo esse blog é pra registrar algo que eu não quero esquecer. Só.

No Rain - Blind Melon

All I can say is that my life is pretty plain
I like watchin' the puddles gather rain
And all I can do is just pour some tea for two
and speak my point of view
But it's not sane, It's not sane
I just want someone to say to me, oh oh oh oh
I'll always be there when you wake
You know I'd like to keep my tears dry today
So stay with me and I'll have it made
And I don't understand why I sleep all day
And I start to complain that there's no rain
And all I can do is read a book to stay awake
And it rips my life away, but it's a great escape
escape......escape......escape......


Ouvia muito essa música quando ainda usava o Walkman Laranja. Hoje ela faz o maior sentido do mundo na minha vida!

17/05/2011

O melhor som do mundo

Não sinto saudade da minha mãe, especificamente. Mas não posso negar que sinto saudade de quando morava com ela e tinha a tarde toda só pra mim (e pro meu cachorro). Por mais que eu não usasse esse tempo... Era só meu! Não tinha nenhum barulho que eu não quisesse, a TV poderia ficar ligada ou desligada, o rádio também. E a noite eu poderia dormir quando quisesse. Ninguém ia reclamar de frio ou calor, ninguém ia querer acender a luz, ninguém ia falar nada, já que o meu quarto era isolado do restante da casa e eu só ouvia ali o que queria ouvir.

Geralmente dormia antes das 22h e acordava 5h ou 6h da manhã, pra curtir mais uma ou duas horas só minhas, ouvir músicas, ver filmes... Tudo isso sem ninguém pra me fazer tirar os fones de ouvido para escutar algo que não é do meu interesse.

Aí a minha mãe morreu. Opção dela e eu respeito bastante, já que acho importante a pessoa desistir das coisas quando acha que deve. Melhor do que ficar insistindo numa coisa que não ia dar certo e começando de novo toda hora.

Vim morar com a minha avó e aqui é tudo muito agitado. 24 horas por dia, 7 dias por semana. Não há um horário em que exista silêncio absoluto, luz, TV ligada, rádio ligado.

Algumas pessoas perguntam porque eu não aproveito o meu dia. Aproveito sim! Eu durmo durante o dia! “Mas porque você não dorme no mesmo horário de todo mundo?”, outros perguntam. Eu gosto de ouvir a única coisa que sempre me fez e sempre me fará bem, o melhor som do mundo: o silêncio.

22/04/2011

É Páscoa no mundo Vermelho!

Atenção: Se você for religioso, não precisa ler. Se você quiser ler, bom. Mas não precisa comentar se não quiser, também! Se quiser, legal. Mas se eu não quiser ler/responder/me importar, aí é outra história...
Primeiro que eu não sei como é feita a contagem pra definir a data da páscoa (e não precisa me contar nos comentários. Vou ter preguiça de ler, vou esquecer em segundos...), segundo que eu acho meio SEI LÁ essa história. Não tenho religião, mas respeito quem tem... A pessoa chega pra você e fala "caiu uma lagosta gigante do céu e foi assim que os dinossauros sumiram" e você acredita, problema seu. Só não vem me obrigar a acreditar, que não vai dar certo. Eu vou te pedir o peso da lagosta e vou te dizer que, se foi uma só, ela poderia ter matado parte dos dinossauros e não todos eles. E se você continuar acreditando, TUDO BEM! Eu não ligo...
Aí cai a semana santa na mesma semana da minha TPM. Semana santa que, esse ano, é cheia de extras. Tem Tiradentes (que eu não lembro porque tem esse nome, mas não precisa me explicar, que não vai mudar muita coisa na minha vida. Só sei que o nome do cara era Joaquim José e juro que já fiquei sabendo de gente que botou nome do filho IGUAL, só porque nasceu no dia da morte do cara. Acaba por aqui esse parêntese gigantesco. Continuem acompanhando a programação normal), também tem Descobrimento do Brasil (que eu acho legal ter sido em 1500. Tipo, bonitinhos os dois zeros) e amanhã tem o Dia de São Jorge (aquele dia em que você bota algodão no ouvidinho sensível do seu cachorro, porque a galera solta milhõe$$$ de fogo$$$ e também tem gente que bota nome do filho de Jorge, já que nasceu nesse dia! Criatividade, hein?). Quer dizer... Já não basta a Semana Santa em si, tem que ter mais essa porrada de coisa. Eu gosto do feriado. Acho legalzão o Tiradentes ter um feriado. Eu também queria ter um. Cês fazem um, quando eu morrer?
Como eu já disse, nada contra você que não come o corpo de Cristo, representado pela carne do animal possuidor de veias. Eu tô louca por um rodízio de carne! Não vou por um único motivo: Não tenho dinheiro. Se eu tivesse, iria. Jesus morreu por todos nós? Diz que é. Legal ele se preocupar com um monte de gente que não vale o sacrifício (tipo eu?), mas ficar jogando na cara? (Ele não joga, até porque ele morreu, mas a galerinha fica jogando em nome dele...) Parece aqueles “amigos” que te fazem um favor e ficam jogando na sua cara. E tem muita gente aí que faz e não sabe nem o que está fazendo. A fé é isso? Fazer uma coisa que você nem sabe o que é, só porque todo mundo faz?
O chocolate, assim como o feriado, é a parte boa desse negócio de Jesus morrer e depois ressuscitar (Que se vocês não sabem, ele só ressuscitou porque se sacrificou. Dizem que quando você se morre pelos outros, você ressuscita. Por enquanto só Jesus e Aislan – o “Jesus” de nárnia, sem piadinhas – dos que eu fiquei sabendo). E o coelhinho? Coelho é o símbolo da vida. Compra um casal de coelhos ou vai no Mercadão de Madureira, pra entender essa parte. Aí que o coelho te dá um ovo de chocolate (ovo, de onde nasce – got? – e chocolate porque é bom! Se fosse de ervilha não ia vender!), se você for criança. Se for adulto e tiver filho/afilhado/sobrinho-próximo, você tem aquela obrigação de comprar o ovo (temático com brinquedo). Meu pai diria que é consumismo. Eu diria que é consumismo também. A diferença do meu pai pra mim, é que eu gosto de comprar e ele não gosta. É consumismo, de qualquer forma.
Quer dizer: Jesus morreu pelos outros. Pelo bolso dos outros (seja boa ou ruim a situação do bolso post mortem)... Jesus também nasceu pelo bolso dos outros, no Natal. Não que eu esteja dizendo que religião é uma forma de movimentar dinheiro. Você entendeu errado! Tenha fé e não acredite em nada do que eu disse, é tudo besteira. Boa páscoa!

Ps: Aproveitando, deixa eu contar que quando eu era pequena, minha mãe – consumista, não religiosa – comprou um coelhinho (posteriormente chamado de Vermelho, afinal, eu não mudei tanto assim nos últimos 20 anos) e pintou a casa toda de patinhas. Patinhas essas que serviam de guia pra encontrar a gaiola do Vermelho e o meu ovo (também vermelho). Eu, com 2 anos, dispensei a comemoração do encontro com Vermelho e ovo e disse que não ia limpar a sujeira das patinhas. Meu irmão, 10 anos depois, fez a mesma coisa – a diferença é que a minha mãe já tava ligada que coelho faz a maior sujeira e não comprou um pra ele. Vermelho morreu, virou almoço (Oi, Pai! Cê tá lendo ainda?) e me falaram que ele foi pro Zoológico. Fim. (Não era indispensável, mas eu quis contar. Eu gosto muito de contar a história de vida do Vermelho e queria dar algum sentido pra esse título ridículo)

Tirei 6,5 numa redação...

Pior nota DA MINHA VIDA numa redação. Mas quem liga? Tô acima da média ainda, então tá tudo bem. E pra quem não sabia nem o nome da professora, tá ótimo! A matéria é Multimídia Jornalistica e o tema era Mecanismos interativos multimídia e as transformações na sociabilidade a partir da internet

Cata o texto...
(Antes de ler: Escrevi entre 6 e 7 da manhã. Era pra imprimir meio-dia. Só...)

Desde seu início, a internet é tratada como “um bicho de sete cabeças” pela sociedade, pois além de mudar os hábitos comportamentais, alterou também os produtos e meios de consumo.
A verdade é que a internet facilita (e muito) a vida de seus usuários. É muito simples estar à frente de um computador e não precisar sair dali para conhecer pessoas, lugares, ler jornais e revistas, assistir programas de televisão, saber das notícias na hora em que elas acontecem (e compartilhá-las, se achar interessante), comprar e vender objetos.
As pessoas tiveram que se adaptar à internet, claro, mas a internet também teve que se adaptar às pessoas. Antigamente, o computador era usado apenas para digitar documentos (melhorando o trabalho que já era feito pela máquina de escrever) e eventualmente para guardá-los. Aos poucos começou a haver uma interação entre computadores e as pessoas por trás das máquinas e assim surgiram os e-mails, as salas de bate-papo e o que hoje conhecemos como redes sociais.
Atualmente, a internet é a forma mais prática e rápida de se comunicar com amigos e parentes, principalmente se não puder vê-los sempre, trocando mensagens, fotos e até vídeos em tempo real. Existem também as facilidades no trabalho. Os documentos que demorariam três dias para chegar pelo correio, demoram poucos segundos para chegar pela internet. Além de pessoas que nem vão ao escritório.
As formas de se expressar também mudaram com a internet. Hoje qualquer pessoa pode ter um blog e nele compartilhar informações (sejam elas pessoais ou de interesse público) fotos, vídeos, notícias, etc. Com isso, a imprensa também teve que se adaptar. A TV, que já era abalada pela rapidez de propagação das informações do rádio, precisou se acostumar a não exibir com exclusividade grande parte de seu conteúdo e também
nasceram na internet formas de criar uma nova programação, independente da televisão. Qualquer um pode filmar, editar e publicar vídeos e ocupar o espaço dos programas de televisão na vida do telespectador.
O rádio também sofreu, já que hoje em dia é muito mais fácil fazer o download gratuito de uma música, do que esperar que ela toque no rádio. Além da televisão e do rádio, o cinema também é prejudicado pela praticidade da internet. Não é necessário sair de casa, nem pagar ingresso, para assistir a um filme. Apesar de ser considerada pirataria, a prática raramente é punida, assim como o download de músicas e programas de televisão.
Hoje, podemos dizer que as mídias trabalham juntas. Algo que começa na internet pode ir para o “mundo real”, ou seja, aparecer na televisão ou no rádio. Existem até celebridades da internet que ganharam espaço nas outras mídias. Além da diversão, a internet pode também ser uma forma de divulgação do trabalho ou talento.
A internet não é só passa-tempo e trabalho. É uma forma de ganhar e gastar dinheiro. Tudo pode ser comprado e vendido na internet, até comida! Existem sites que vendem tudo, de CDs a produtos de decoração. É muito difícil não encontrar um produto pela internet, diferente das lojas físicas, que dependem de disponibilidade de estoque. Não é tão rápido quanto ir ao shopping, mas a certeza de que vai receber o produto em casa, sem nenhum tipo de preocupação, faz da compra virtual a forma mais prática de se adquirir qualquer coisa.
Baseando-se nessa praticidade e tentando driblar a pirataria, foram criados sites que vendem músicas e filmes, por preços quase simbólicos e dando ao usuário a idéia de ter a qualidade de um DVD sem sair de casa e, o mais importante, sem ocupar espaço. Outra solução para “não ocupar espaço” é a venda de livros pela internet. Solução esta que não funciona bem, já que é mais cansativo ler no computador.
Devido a essas inúmeras mudanças e adaptações, vemos que em poucos anos, a internet mudou a vida das pessoas e essas pessoas fizeram com que a internet fosse mudada, criando novas formas de interagir, compartilhar e desfrutar. Basicamente, a internet é feita de pessoas para pessoas.


(Gostaria de deixar claro que postei aqui por pura falta do que postar e queria contar esse momento importante da minha história!)

08/04/2011

Fora de hora

Definitivamente, as melhores fotos que fiz foram fora de hora. Sabe quando você está com a câmera, mas não tem um real motivo?


Era março de 2007 e eu estava assistindo o pôr do sol, lá de cima do Corcovado, quando percebi que alguma coisa se mexia no chão. Era o Bernando, andando "de gatinho". Não sei quem é o Bernardo, nem quantos anos ele tinha na época. Só lembro da frase: Olha Bernardo, sujou a mão. A câmera já estava no ponto e cliquei. Hoje, o Bernardo é o personagem de uma das minhas fotos favoritas (essa aí de cima) e espero que ele nunca me processe por não ter pedido uma autorização de uso de imagem.

Aproveitando o assunto: Adoro spyshot. Principalmente quando o personagem é uma criança. Os pais não devem gostar muito quando percebem que seus filhos estão sendo fotografados (e eu também não gostaria se fosse comigo - mas pediria uma cópia da foto!), mas não podem negar que fotografar criança é maravilhoso. Os adultos, quando estão perto de uma câmera, fazem pose e olha, eu odeio pose! Gosto da foto espontânea, de fotograr sem ser percebida e spyshot é isso. É difícil (pelo menos pra mim), fotografar algo programado...


Também em março de 2007 (foi uma época boa, hein!), quando eu saia de casa às 6h40 para ir ao colégio, voltei. Brigitte tinha ficado em cima da mesa. Pra quem não sabe, Brigitte é minha ex-câmera (uma Sony W30 prateada). Não podia sair sem a Brigitte, nenhum dia. Nesse dia, em especial, fiquei orgulhosa da minha mania estranha. Enquanto caminhava em direção ao ponto de ônibus (sempre olhando pro chão, pra não tropeçar), vi uma borboleta. Parei, analisei. É, era uma borboleta mesmo! Tirei Brigitte do bolso e encostei no chão, ao lado da borboleta. Nunca gostei tanto de um macro como esse. Sem olhar no visor, sem nada.


Em dezembro de 2006, fiz uma das coisas que mais gosto na vida: fui ao Arpoador assistir o pôr do sol. Não bato palmas, como muita gente faz. É só uma mania que passou da minha mãe pra mim, deixo os detalhes pra outro post. Enfim... Nesse dia, o primeiro dia do verão, fui com a minha madrasta (que não gosta de ser chamada de madrasta, mas tem menos caracteres que "a namorada do meu pai", então uso) assistir o pôr do sol lá, no Arpoador. Quando estavamos chegando, começou a chover. Viagem perdida? Não. Quando estavamos voltando pra casa, o sol resolveu se mostrar um pouquinho, como vocês podem ver acima.



Fui à Bahia e não foi a melhor viagem da minha vida. Não gosto de carnaval (fui em Setembro) e, apesar do lugar bonito, não gostei. Bonito pra fotos, talvez, apesar de não ter conseguido muita coisa lá. Quer dizer... Consegui essa, tirada da janela do carro, enquanto estavamos parados num sinal de trânsito. Um ótimo momento e sem dúvida o lugar perfeito pra fotograr.

Falei da Brigitte lá em cima e, pra finalizar esse post sobre fotografia, vou contar pra você um pouco sobre as minhas câmeras. Minha primeira foi amarela, daquelas próprias pra criança. Ganhei do meu pai, eu acho, e tinha uns 8 anos. Fiz fotos horríveis com ela. Nunca me dei bem com aquele visorzinho... Acho que por isso não me interessei por fotografia até uns 12 anos. A Isabel, uma Sony P20 azul, chegou na minha vida meio que sem preparação. Minha avó recebeu um dinheiro atrasado e resolveu me dar um presente. Na época, ela custou mil reais. Acho que era 2002 e pouquissima gente tinha câmera digital.

Foram 3 anos de amizade com a Isabel. Ótimas fotos, apesar de seus (só) 1.3 megapixels. Ninguém se dava bem com a Isabel e ela nunca gostou de ser emprestada. Passamos momentos maravilhosos, até que um dia ela cansou... Em 2006 ganhei a Brigitte, já citada no texto. Bem mais magra que a Isabel, Brigitte morava no meu bolso e raramente saia de casa sem ela. Fazia os melhores macros (foto bem de perto) que eu já vi. O problema da Brigitte foi o ciúme.

Não é só de macro que se vive, né? Isabel não tinha zoom. Brigitte tinha 3x de zoom e perto do natal de 2007 eu resolvi que queria mais. Meu presente foi a Joan, uma H9 semi-profissional preta, com 15x de zoom. Está aqui até hoje e devo muitos spyshots à ela. Em 2009 a Brigitte resolveu que não dava mais pra aguentar o ciúme que sentia da Joan e parou de ligar. Foi horrível... Perdi a minha companheira de bolso! No mesmo dia juntei todo o dinheiro que tinha e fui atrás de uma nova. Aí veio a Grace, W200 vermelha, rebelde. Só faz fotos boas quando acha que deve e constantemente preciso tirar a Joan da bolsa (deixo um pouco de lado por ser grandona), já que a Grace não colabora.

Atualmente uso o celular, um Nokia 5530, pra fazer fotos rápidas. Não saio todos os dias com as minhas câmeras e nesse momento você deve estar pensando: Essa louca botou nome em todas as câmeras e as trata como se fossem pessoas. Ou não.

06/04/2011

Momento Personare: A bolha

Momento de estar com os amigos, Daniella. No período que vai de 06/04 (hoje) às 12h43 a 08/04 às 21h25, seu sentimento de bem-estar emocional estará associado aos seus amigos queridos, aos grupos em que você aprecia estar. Este é um momento particularmente propício para se unir a outras pessoas com objetivos em comum, ou simplesmente para vocês terem momentos de prazer e diversão em conjunto. É bem possível que alguma pessoa amiga venha a lhe ajudar com seus problemas neste momento, ou mesmo você irá ajudar algum amigo muito querido neste momento. Este período favorece as trocas, as ajudas mútuas. É incrível como os problemas sérios dos outros podem ser resolvidos por nós com grande facilidade, e vice-versa! Neste ciclo, você compreenderá que nunca estamos sós quando temos amigos que nos querem bem. É possível também que pessoas queridas que há muito tempo você não vê surjam novamente, com alguma mensagem pra lhe passar: tenha atenção!

No dia em que eu twitto "E percebo (cada vez mais) que cada um vive na sua bolha. É legal juntar várias bolhas, mas quase sempre elas estouram" vem a Personare falar sobre bem-estar emocional, amigos queridos e grupos em que eu aprecio estar. Como se eu apreciasse estar em algum grupo! Será que vou acordar amanhã apreciando estar em grupos? Quem sabe...

Ter um blog não é fácil...

Se fosse, eu jamais teria parado.

Meu primeiro blog foi criado no Blig (o blog do iG - acho tão genial esse nome + slogan, que não podia deixar de citar) num dia 23 de julho. O ano era 2002 e eu lembro bem, já que era aniversário da minha mãe e meu primeiro texto foi sobre a festa surpresa que estavamos preparando pra ela.

Além de escrever, ter um blog sigfinica "estou sendo lido, preciso ser politicamente correto". Não que eu pense assim! Estou falando sobre a experiência num geral. Eu nunca fiz muita questão de me policiar, pensar que outras pessoas poderiam ler aquilo e pudessem entender alguma coisa errada.

Do "Um pouco maluka" (com K mesmo, eu tinha 13 anos...) até aqui, foram inúmeros blogs. Meu favorito (e que durou mais tempo, ficou mais famosinho e até tinhas fãs) foi o "Eu não vou pro céu", inspirado naquela música do Capital Inicial (Eu vou estar). Eu... já repararam que eu adoro falar de mim? Eu, eu, eu, eu... eu sou o centro do mundo. Pelo menos aqui no mEU blog, sou! E esqueci o que estava falando. Ótimo. Acontece bastante.

Ah, lembrei! Ia dizer que nunca fui uma pessoa muito religiosa (pelo nome do outro blog, dava pra reparar) e constantemente comentava algo sobre religião. Aqui não será diferente e veja bem, as minhas opiniões podem não ser iguais as suas! As pessoas custumam ler o blog dos outros e querendo criticar a opinião. Olha só... o blog é MEU (já falei, mas é sempre bom repetir) e a opinião é MINHA também. Você gosta que mexam no seu umbigo? É, ninguém gosta. Se você quiser falar algo que possa ser legal, fale. Se você pensar que eu posso não gostar do que você vai dizer, não fale. Na dúvida, é melhor ficar calado. Não que eu fique, mas dou a dica...

Voltando aos blogs que eu tive (olha a pessoa que se perde no assunto... socorro!), cuidei de um blog sobre o Supla (não pense nada ainda! Espera eu escrever um texto sobre ele, pra começar a pensar qualquer coisa! Obrigada!), tive um blog de fofoca com um ex-amigo, tenho um sobre música ruim-que-é-boa, tentei escrever alguns sobre mim e há 2 anos comprei esse domínio, pra escrever esse blog. Escrevi, sim, mas apaguei tudo e vou tentar começar outra vez agora. Não garanto, mas o importante é tentar.

Ah, seja bem vindo(a). Quase esqueço...